La A demanda global por pistaches está aumentando devido à proliferação de múltiplos produtos na indústria cosmética e seu valor nutricional dentro de dietas balanceadas.

Sua alta demanda e baixa produção fazem dela uma cultivo estratégico para investimento de grandes produtores.

Quanto à nossa região, a Espanha atualmente tem uma taxa de produção menor em termos de área plantada, área em plena produção e rendimento de produção do que outros países, como Estados Unidos e Turquia.

Produção de pistache no mundo

De acordo com estes dados devemos esclarecer que a maior parte da produção no Oriente Médio O cultivo é realizado em condições de sequeiro, visto que os pistaches são tolerantes à seca, com níveis de rentabilidade ainda ótimos devido à demanda mencionada. No entanto, os melhores rendimentos de produção são obtidos em sistemas de irrigação praticados principalmente na região da Califórnia, EUA.

Aprofundando-nos na análise quantitativa podemos detectar uma grande diferença de produtividade entre ambos os meios de cultivo, qualificando os rendimentos médios incluídos em terras secas 1.4 kg/árvore vs. 16-18 kg/árvore que nos oferecem práticas de irrigação.

Na Espanha, sabe-se que a água, tanto em termos de disponibilidade quanto de custo, é um fator limitante no planejamento de estratégias de manejo agronômico. Portanto, a solução mais equilibrada e padronizada na busca pelo equilíbrio entre o aumento da produtividade e os recursos disponíveis em pistaches é a prática e o estudo da chamada Irrigação por Déficit Controlado (IDC) (Mitchell et al., 1984), baseada na ideia de reduzir o aporte hídrico nos períodos fenológicos em que um déficit hídrico controlado não afeta significativamente a produção e a qualidade da colheita, atendendo integralmente à demanda pelo restante da cultura.

Entretanto, dada a diferença de desempenho apresentada, devemos centralizar porque essas perdas podem ocorrer apesar da definição.

Podemos resumir a prática, em 3 momentos fenológicos preciso:

  1. Início do crescimento vegetativo e produtivo (da germinação ao rápido fim do crescimento do fruto), portanto a falta de água nessa fase pode afetar diretamente o tamanho e o calibre do fruto, além de favorecer sua abertura.
  2. De meados de maio ao início de julho (do crescimento máximo do fruto ao início do crescimento da semente), tendo a desvantagem neste caso de poder aumentar a percentagem de frutos abertos muito cedo, causando problemas de aflatoxinas.
  3. Desenvolvimento rápido da semente até a colheita, o que pode afetar o peso individual da semente, o aumento do aborto da mesma e o aumento de frutos fechados, por isso nesta fase encontramos a maior necessidade do manejo correto da prática.

Diante disso, as necessidades e contribuições correlacionadas continuam sendo estudadas de forma precisa para influenciar a evapotranspiração das culturas (ETo) através da já conhecida correlação ETc = Kc x ETo.

Nesse sentido, desde Cultifort, há conhecimento preciso de bioestimulação para o manejo da referida variável através da utilização técnica do chamado osmorreguladores, a fim de ter uma resposta de resistência a nível celular que consiste numa diminuição do potencial hídrico nos tecidos vegetais, o que resulta numa melhor aproveitamento da água fornecida e, portanto, não há diminuição no turgor ou na produtividade fotossintética.

Portanto, o objetivo do ajuste osmótico por meio de osmorreguladores é manter o turgor constante da célula-alvo por fenologia através do acúmulo de substâncias osmoticamente ativas, causando diminuição do potencial osmótico e regulando a perda de água por meio do controle estomático, como ácidos orgânicos específicos, alguns açúcares simples e certos aminoácidos.

Dentre a gama de soluções nutricionais da Cultifort, Fóliton, EVOLUÇÃO BVC (anteriormente BVC 2021) y Cultimar Plus Funcionam como osmorreguladores, auxiliando no controle do estresse hídrico no cultivo do pistache.